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[RomeoXJuliet][PG-13] So in love with two

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[RomeoXJuliet][PG-13] So in love with two

Mensagem por Nessi em Ter Fev 24, 2009 9:53 pm

Pairings:
A principal é TybaltXJuliet (minha OTP deste anime), mas também temos RomeoXJuliet, BenvolioXCordelia e FranciscoXJuliet.

História (um pequeno resumo do anime para que quem nao viu também me possa dar a opnião da fic): Romeo é o filho único de Montague, o duque de Neo Verona, uma terra no ar, onde os cavalos podem voar (exemplo: Cielo o cavalo de Romeo). Juliet é a unica sobrevivente dos Capulets, os antigos duques de Neo Verona, que a governavam pacificamente, até Montague ter assasinado toda a familia menos a filha mais nova, Juliet Fiamanta Asto Capulet, que vive todos estes anos escondida, disfarçada de rapaz, nunca sabendo quem era e porque que se tinha de esconder. Juliet e Romeo encontram-se, antes do 16.º aniversario de Juliet, o aniversario em que saberia tudo. Apaixonam-se um pelo outro. Mas quando descobrem que o outro é o filho da familia enimiga, tentam se separar, embora não consigam. Depois eles acabam por se beijar.

Sínopse da fic: William [no anime este tal William/Willy é o William Shakespeare, escritor da peça Romeu e Julieta] está a escrever uma nova história. É sobre uma rapariga que está loucamente apaixonada mas de repente apaixona-se por um amigo. Juliet ao principio leva a historia como nada de especial. Nesse mesmo dia ela encontra-se com Romeo e passam uma tarde incrivel. Ela chega a casa e nota que ele traz-lhe tanta felicidade com tristeza. Então ela pede um desejo: ''

Deus, se
realmente existes em algum lado, diz-me … diz-me porquê que eu tenho que sofrer
tanto por causa dele. Ou pelo menos dá-me
algo que me ajude a esquecê-lo.''
Nessa mesma noite, ela encontra-se com Tybalt que a reconforta. Mais tarde Francisco pede-lhe [a Tybalt] para fazer com que Romeo e Julet se separem, para o bem dos dois, mas claro, em troca de ouro, já que Tybalt não faz nada sem nada em troca. Romeo e Juliet decidem fugir. Mas o que acontece quando Juliet acaba na casa de Tybalt para lhe dar uma mensagem? Continuará fiel a Romeo? Partirá com ele? Ou ouvirá o que Tybalt tem para dizer? E quanto ao Tybalt, será que ele vê a Juliet apenas como um instrumento para trazer paz a Neo Verona? Ou irá chegar a nutrir qualquer tipo de sentimento por ela?

Rating: PG-13

Anime: RomeoXJuliet

Estado corrente: Incompleta

PS: A historia é contada atravez de PDV (pontos de vista) das personagens, a maneira como elas vem o que está a acontecer.
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Os dois primeiros capitulos hope you enjoy it^^ (vou fazer double post desculpa lá administraçao mas isto diz que nao cabe aqui D: )
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Re: [RomeoXJuliet][PG-13] So in love with two

Mensagem por Nessi em Ter Fev 24, 2009 9:54 pm

Spoiler:

Capítulo 1- Começo


Ponto de Vista de
Juliet


Levantei-me. Olhei para a janela. Que manhã mais
resplandecente! Vesti o meu disfarce de Odin e fui ter com o Willy.
Ele estava a escrever. Inclinei-me para ver se conseguia ver
o que ele estava escrever. Ele olhou para mim. Ficou alguns segundos a pensar.
Disse:
-Olá Odin.
-Ah … Oi Willy – disse, um pouco nervosa se me permitem
dizer, eu sei que ele não gosta que leiamos as peças dele antes de estarem
prontas. – Ah … de quê que fala esta?
-Bem, é sobre a vida de uma rapariga. Ela estava a viver a
paixão da sua vida, até que se apaixonou por um amigo. – exclamou, muito
excitado, como se estivesse a escrever a sua obra prima – Ela tenta esconder
essa paixão, mas acaba por ter um caso com o rapaz, nunca contando á sua paixão
que se tinha apaixonado por outro. Uma espécie de triangulo amoroso…
Foi interrompido:
-ODIN! Anda comer!
Era Cordelia quem me chamava. Eu segui-a até á cozinha.
Estavam lá todos. Curio, Francisco, Conrad, Antonio. Comi á pressa. O meu amor,
Romeo me esperava. Fui até ao meu quarto, vesti rapidamente o meu mais lindo
vestido e tirei aquela peruca estúpida.

Ponto de Vista de
Romeo


Ah porquê que ela demora tanto tempo! Estou com saudades
dela, do seu perfume, dos seus olhos, dos seus lábios tão doces, pronto estava
com saudades de tudo!
Tínhamos marcado um encontro no local do costume: aquele
jardim de íris.
Finalmente ela tinha chegado. Fiquei pasmado a olhar para
ela, como é que cada dia que passava ela estava cada vez mais bonita?
Dirigi-me a ela. Aproxima-mos os nossos lábios, até que eles
se tocaram, aqueles lábios doces nos meus. Pareciam ter passado anos desde que
tinha sentido aquele doce sabor.
- Porquê que demoras-te, Juliet?
-Bem, tive uns imprevistos – disse naquela voz tímida e doce
– Mas agora isso não interessa!
Passámos a tarde a falar, a beijar-nos, a voar no Cielo. Até
que chegou o pôr-do-sol, eu tinha que voltar para o castelo, e ela para casa.
Os nossos lábios tocaram mais uma vez.
-Amanhã, aqui, á mesma hora, certo? – perguntei-lhe, queria
passar mais uma tarde como aquela, com ela.
Ela corou.
-Claro, Romeo.
Ela saiu a correr. Enquanto ela fazia aquilo os seus lindos
cabelos ruivos abanavam. Quem me dera poder acariciá-los todo o dia e toda a
noite.
Subi para cima do Cielo. Dirigimo-nos até ao castelo. Quando
cheguei á varanda estava lá o Benvolio.
-Porquê que demoraste? Se o teu pai por acaso desse pela tua
falta estavas em sarilhos! – gritou muito preocupado, mas logo pôs um sorriso
na cara – Então como foi a tua tarde com a Juliet, ah?
- Melhor não poderia haver Benvolio.
Suspirei.
-Que foi Romeo? – disse um bocado preocupado – Aconteceu
algo?
-Não, nada. – menti.
A verdade é que eu queria passar cada momento da minha vida
ao lado dela, mas por causa do berço onde nascemos, isso era como um sonho que
com o passar do tempo tornava-se cada vez mais impossível.

Ponto de Vista de
Juliet


Ai que tarde. O Romeo estava cada vez mais querido, cada vez
mais doce, acho que nada se pode intrometer no nosso amor. Excepto claro o
facto de eu ser uma Capulet e ele um Montague.
Suspirei.
- Juliet. Quê que fazias lá fora até tão tarde e ainda por
cima vestida assim? – bradou Cordelia.
-Estive com o Romeo – falei. Só de pensar nele comecei a
corar.
-Gostas assim tanto desse Montague? – disse docemente.
-Ah … - reparei que estava a corar e comecei a gaguejar –
Ele … ele … é tão querido Cordelia. Eu sei que é errado e eu … eu não devia.
Mas …
Suspirei mais uma vez.
-Não faz mal. – murmurou
Cordelia e abraçou-me – A única coisa que eu quero, é que sejas feliz.
Mas eu tenho muito medo Juliet. Tu sabes que se por acaso o pai dele te apanha,
tu serias mandada para a prisão. E mais tarde eras morta...
Comecei a chorar. Fazia muito isso desde que tinha começado
a encontrar-me com o Romeo. Ele trazia-me tanta felicidade … e ao mesmo tempo
tanta tristeza. Eu sou uma Capulet e ele um Montague! Por amor de deus, o nosso
amor é proibido por todas as leis possíveis e imagináveis. Mas eu não consigo
deixar de amá-lo. Deus, se realmente existes em algum lado, diz-me … diz-me
porquê que eu tenho que sofrer tanto por causa dele. Ou pelo menos dá-me algo que me ajude a esquecê-lo.
-Vamos, vai dormir. Falta-te uma boa noite de sono. É isso.
Fui para a cama. Cordelia saiu do quarto. Tentei dormir. Mas
estavam tantas coisas na minha cabeça, e tantos sentimentos no meu coração.
Vesti-me de Odin. Saí rapidamente e sorrateiramente de casa para que ninguém me
notasse.
Corri sem rumo. Só queria fugir, de quem ou de onde, isso
não sei. Estava novamente a chorar. Corria á maior das velocidades. Até que
bati com alguém. Não sabia quem era. Apenas abracei essa pessoa.
-Juliet
Aquela voz. Era ele. Tybalt.
-Tybalt? – murmurei de maneira a que ele não me ouvisse.
- Não devias estar em casa, Juliet-sama? – disse.
Eu apenas chorava. Voltei a abraça-lo desta vez com mais
força. Só queria alguém para abraçar.
-Quê que aconteceu? – exclamou, desta vez mais docemente. –
Já não te via assim há algum tempo.
Eu não sabia que ele conseguia ser tão querido. Não sei
porquê, Mas sempre que estava nos braços dele sentia uma sensação de protecção.
O sono estava-me a vir, mais rapidamente do que qualquer vez. Adormeci. Ali,
nos braços dele.

Ponto de Vista de
Romeo


Levantei-me. Olhei para a flor de Íris que tinha colhido no
dia anterior. Decidi ir visitar a minha mãe.
Quando cheguei a casa dela, reparei que ela ainda estava a
dormir. Claro, só um tolo como eu se levantaria a esta hora da manha. Sentei-me
num banco. Olhei para o céu. Em cada nuvem eu via-a. Via-a em cada raio de sol.
Em todo o lado ela estava. O seu perfume, os seus olhos, o seu cabelo, os seus
lábios.
Adormeci, com a imagem dela na minha mente e coração.
Algumas horas depois, a minha mãe veio-me acordar. Abri os
olhos lentamente. Ela estava-me sorrindo.

Ponto de Vista de
Juliet


Estava em casa, na minha cama. Teria sido ele quem me tinha
trazido até cá? Provavelmente. Aquele Tybalt, agora tenho a certeza que posso
contá-lo como um aliado. Posso?
Levantei-me e vesti-me rapidamente. Já passavam das duas da
tarde e tinha que me encontrar com ele.
Tentei sair sem ninguém me notar, mas alguém o tinha feito.
Era Francisco.
-Onde vai, Juliet-sama? – perguntou-me.
-Ah … vou só comprar umas … coisas – exclamei gaguejando.
Era tão difícil mentir-lhe.
-Ok Juliet-sama.
Saí calmamente, tentando não dar nas vistas.
-Dê meus cumprimentos ao rapaz – disse dando um pequeno
risinho.
Como é que ele sabia? Teria ele descoberto no momento que eu
iria ter com um rapaz? Ou sabia da minha relação com o Romeo? Abri a porta e
saí.

Ponto de Vista de
Francisco


Esta rapariga pensa que eu sou cego? Pode enganar aqueles
‘’sem coração’’ mas a mim não engana. Tenho que fazer alguma coisa com a
relação dela com o príncipe Romeo.
O único que talvez me possa ajudar é o Tybalt.
Dirigi-me até ao Tybalt. Andava a manter contacto com ele
por causa da Juliet-sama, mas não tinha sido ele a contar-me do Romeo. Isso já
eu tinha descoberto por mim mesmo.
-Ora ora quem é ele! – ele disse ironicamente – Então quê
que o traz aqui?
-Preciso de um favor – disse-lhe, indo directo ao assunto.
-E posso saber o que é esse favor?
-Certamente que sabes que a Juliet-sama tem um caso com o
filho do Montague, Romeo.
-Claro, já tinha reparado.
-Preciso que os separes. – disse – Eu não quero vê-la
sofrer. Mas se ela continuar se envolvendo com ele, na hora em que ela tiver
que matar o pai dele, vai sofrer ainda mais. Fazes-me isso?
Olhei para ele. Estava com cara de quem estava a pensar.
Disse:
-E o que eu recebo em troca?
-Bem me parecia que não ias fazer nada sem receber algo em
troca.
Peguei num saco cheio de moedas de ouro e pus em cima da
mesa.
-E há mais de onde isto vem, Tybalt.
-Ok, temos um acordo – exclamou.


Capítulo 2- Promessas


Ponto de Vista de
Romeo



Mesmo local, mesma hora. Juliet desta vez tinha chegado
apenas uns minutos depois de mim. Voltei a beijá-la. Mas hoje ela estava mais
distante. De repente ela começou a chorar.
- Romeo? – ela tinha me chamado, virei-me para ela.
-Sim Juliet?
-Achas que haverá algum dia em que não tenhamos que fazer
isto às escondidas? Estou farta de não poder estar contigo quando quero, sem
nada a opor-se.
-Também quero Juliet.
Beijei-lhe na testa. Depois abracei-la.

Ponto de Vista de
Juliet


Porquê que quando estou nos braços dele não sinto o mesmo
que sinto nos do Tybalt? Sim eu amava Romeo do fundo do meu coração, mas não
sentia aquela protecção nos braços dele.
-Acho que tive uma ideia – ele disse-me, enquanto me
abraçava.
Soltei-me dele, empurrando-o para o chão de tanta excitação.
- O que é? Conta-me Romeo!
-Bem, nós podíamos fugir. Sair daqui. Ir para qualquer lado
longe de Neo Verona. Juntos.
Abracei-o com tanta força que juro ter ouvido os ossos dele
a estalar.
-Adorava Romeo!
Os nossos lábios tocaram-se, mais uma vez.
-Então hoje vou mais cedo para o castelo. Tenho que preparar
as coisas. Amanhã de manhã, bem cedo. Apareces?
-Claro meu príncipe.


Ponto de Vista de
Romeo


Eu e o Cielo voamos o mais rápido que podíamos. Mal esperava
por contar ao Benvolio. Gostava que ele pudesse vir comigo. Claro que aquela
rapariga por quem ele se tinha apaixonado, Cordelia, acho que é o nome dela,
também viria. Mas ele não iria abandonar nem os pais nem Neo Verona. Ia sentir
saudades dele.
Uma lágrima escorreu-me dos olhos.
Cheguei á varanda, e lá estava ele. Benvolio.
-Benvolio.
Contei-lhe tudo, que eu ia com Juliet fugir de Neo Verona.
-Estou feliz por ti. Mas não te esqueças aqui do teu amigo.
Assim que as coisas aqui em Neo Verona estiverem melhores, procura-me.
-Obrigada Benvolio.

Ponto de Vista de
Francisco


-Juliet! Juliet-sama! – gritei
Juliet saiu do quarto e veio ter comigo.
-Sim, Francisco?
-Preciso que me faças um favor. Vai ter com o Tybalt e
diz-lhe para aparecer cá, amanhã á noite. Vamos atacar os Montague.
-Tá … está bem – ela disse, gaguejando.
Notei que ela estava quase a chorar.
-Permites-me que vá ao quarto mudar-me?
-Claro.
Ela estava certamente a arranjar uma desculpa para poder
chorar á vontade. Não lhe iria privar disso.

Ponto de Vista de
Juliet


Corri até ao meu quarto. Mergulhei em lágrimas. Como poderia
estar isto a acontecer? Podiam ter escolhido outro dia para isto. Porquê?
Preparei as minhas malas. Amanhã iria fugir com o Romeo
custe o que custasse. Depois vesti as minhas roupas de Odin e saí de lá.
Dirigi-me até á casa do Tybalt. Segundo o que me disse
Francisco era numa rua bastante estreita. Cheguei lá e bati á porta.
-Ah … Tybalt tenho uma mensagem do … do Francisco para …para
ti. – disse gaguejando
-Entra.
Entrei dentro da casa dele. Era pequena, mas aceitável. Ele
fez-me sinal para me sentar numa cadeira. Sentei-me.
-Amanhã á noite aparece no sítio do costume. Vamos atacar o
Montague.
-E o que tu achas disso? – perguntou-me, como se conseguisse
ler-me a mente.
Permaneci calada.
-Juliet-sama, é má-educação não responder a uma pergunta. –
ele disse com uma certa arrogância.
Suspirei. Não consegui conter as lágrimas.
-É o príncipe Romeo, não é? - perguntou –me, mas desta vez
de uma maneira mais querida.
-Como sabes? – soltei inconscientemente esta pergunta.
-Eu já te disse. – respondeu com um sorriso na cara – Eu sei
tudo o que se passa em Neo Verona.
Abaixei a cabeça.
-Também sei que tencionas fugir com ele, amanhã pela manhã.
Fiquei chocada. Apetecia-me espancá-lo por se meter na minha
vida tão facilmente.
-O que eu faço ou deixo de fazer não é da tua conta! –
gritei, enervada.
-Pelo contrário Juliet, é completamente da minha conta! –
gritou também, parecia que estava a descarregar raiva que tinha contido durante
anos – Nunca pensaste que se tu não exististe Neo Verona estaria nas mãos
daquele tirano toda a eternidade. Não sejas tão egoísta e penses só em ti! Tu
tens nos teus braços a vida de todos os habitantes de Neo Verona! –
acalmou-se e falou, desta vez num tom
mais baixo – Não podes simplesmente fugir.
Abraçou-me. Os braços fortes dele envolviam-me. Nunca pensei
que ele pudesse dar-me este sentimento. Acho que já não é de protecção. É outra
coisa. Não sei bem o quê.
Encostei a minha cabeça ao seu tronco. Ficamos assim durante
minutos. Eu levantei a cabeça e olhei-lhe nos olhos. Eram azuis. Iguaizinhos
aos do Romeo. Ou estaria a ver coisas. Queria largar-me dele, mas o meu corpo
mexia-se de forma contrária aos meus pensamentos. Aproximei a cabeça á dele.
Até que os nossos lábios se tocaram. Beijámo-nos. Ao principio fiquei parada,
mas mais uma vez o meu corpo não se mexeu da forma que eu queria. Comecei,
inconscientemente, a corresponder-lhe o beijo. A minha peruca saiu e o meu
cabelo caiu-me até aos ombros. Ficámos assim durante quase meia hora. A
beijar-nos. Até que eu larguei-me dele. Finalmente tinha acordado para a
realidade. O quê que eu estava a fazer. Era o Romeo quem eu amava não ele. Não
é?
Ficamos parados a olhar um para o outro. Encostei-me a uma
cadeira. Tentei não olhar nos olhos dele.
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